terça-feira, 1 de novembro de 2011

Um dia, só

Vai passar o dia coerente
e assim, deixar de viver
Ou pensar com prudência
filtrando o que se quer saber

Brincar de se relacionar
percebendo o quão frágil é o abraço
e como fazem dele algo sem sabor
Cadê o amor?

Olhar para o lado e ver a metade
luzes brilhando, saudade vinda com o frio
Brindar com a grandeza
perceber que está só, no vazio

Chega o fim, a noite
o que sobra é o que foi colhido
Tudo o que se pode ver no negro
Todo o ar que se pode aspirar em baixo do mar
Clarissamtb

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